Melhoria do ambiente de trabalho
-As pessoas passam a se orgulhar daquilo que fazem.
-O clima nas relações interpessoais torna-se mais saudável.
-O resultado obtido pelos trabalhos em equipe eleva o moral das pessoas.
-Reduz os poluentes no trabalho e na vizinhança.
-Otimiza o tempo das pessoas, possibilitando mais momentos para o lazer e o convívio familiar.
-Contribui para a preservação do meio ambiente.
-Reduz as perdas com acidentes no trabalho.
Geração de resultados e ganhos
-Reduz o retrabalho.
-Aumenta a produtividade nas tarefas.
-Melhora a imagem da organização perante os clientes
-Cria o hábito de medir tudo o que se faz.
-Racionaliza a alocação de recursos humanos, físicos e financeiros.
-Reduz os custos dos serviços para os clientes.
Desenvolvimento das pessoas
-Percepção da possibilidade de crescimento pessoal e profissional.
-Incentivo à criatividade.
-Redução do nível de estresse.
-Melhoria das relações humanas.
-Potencialização do trabalho em equipe.
-Redução dos acidentes pessoais.
-Conscientização ambiental dos colaboradores.
-Relacionamento de parceria com a comunidade.
-Melhoria da auto-estima.
FONTE: SEBRAE
O Programa D-OLHO na Qualidade traz uma metodologia que busca sensibilizar e mostrar que é possível, a partir da mudança de atitude de cada um, melhorar o ambiente e a qualidade de vida de todos. Você já pensou sobre as mudanças a serem realizadas em seu ambiente? Refletiu sobre a situação atual? Nesse sentido, as questões, a seguir, poderão ajudar:
Como está meu ambiente? Ambiente? Qual ambiente?
• O ambiente de trabalho.
• O ambiente de lazer.
• O ambiente familiar.
• O ambiente interno (EU)
Existe desperdício?
ENTENDENDO OS 5Ss
Vamos relembrar o significado dos 5Ss?
Em japonês, o método foi chamado de 5Ss, pois as cinco palavras que representam cada fase começam com a letra S. Veja só:
Seiri – Senso de Arrumação > Descarte
Seiton – Senso de Ordenação > Organização
Seiso – Senso de Limpeza > Limpeza
Seiketsu – Senso de Asseio > Higiene
Shitsuke – Senso de Autodisciplina > Ordem Mantida
SEIRI: Senso de utilização (descarte). Esse senso é de utilidade, ou seja, separar as coisas úteis das inúteis, dando um destino para aquelas que, no momento e no ambiente atual, não são mais úteis. Vale a pena esclarecer que inútil não significa que poderá ser jogado fora, e sim que no momento não tem utilidade naquele local específico. Pode ser encontrado no Brasil com os nomes: organização, utilização, seleção, classificação.
SEITON: Senso de organização (organização) A ordem é "pesquisa de layout", de forma a encontrar um lugar para cada coisa e manter todas as coisas sempre em seus devidos lugares. A organização é a etapa que mais contribui para o "gerenciamento visual" . Pode ser encontrado no Brasil com os nomes: sistematização, arrumação.
SEISO: Senso de respeito (limpeza) Esse senso é de respeito a tudo que está ao nosso redor - Objetos, equipamentos, instalações - e às pessoas. Terminada a etapa do senso de utilização, ficou somente o útil, e este deverá ser respeitado, pois qdo for preciso deverá cumprir seu propósito. Pode ser encontrado no Brasil com os nomes: inspeção, zelo.
SEIKETSU: Senso de higiene (higiene). Higiene é o senso para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Nele são praticados todos os sensos anteriores, na vida pessoal e no ambiente, para garantir uma melhor qualidade de vida. Pode ser encontrado no Brasil com os nomes: padronização, saúde, aperfeiçoamento, asseio.
SHITSUKE: Senso de autodisciplina (ordem mantida). Autodisciplina significa autocontrole, nova atitude para ter e manter as habilidades de fazer as coisas certas. Argumentar sobre o caminho percorrido até o momento, os benefícios obtidos e a importância da continuidade.
Uma vez obtido o comprometimento de todos os envolvidos, cumprir rigorosamente as regras.
FONTE: SEBRAE
PRATIQUE NETWORKING! FAÇA AMIGOS!
E ELES O AJUDARÃO A CONSTRUIR OS DEGRAUS DE SUA ESCADA PARA O SUCESSO.
O que realmente é Networking?
Construir redes de relacionamento não é tarefa fácil, exige disciplina, dedicação e estratégia; é um trabalho árduo mas extremamente prazeroso, principalmente quando se pensa em acumular amigos, e não simplesmente favores!
Vários escritores renomados afirmam que Networking não possui nada a ver com amizade, e que tudo não passa de uma relação temporária e unicamente profissional,
e por meio de minhas experiências, é aí que eu discordo veementemente! Quando praticamos o Networking, é notório que não conseguiremos ficar amigos de cem por cento dos nossos contatos, mas pelo menos podemos tentar, pois construir relacionamentos não se resume apenas a uma troca constante de favores. O conceito de Networking está ampliando seu significado, principalmente no Brasil.
O brasileiro é um povo cordial, afável e comunicativo por natureza, mas as atribulações e a correria dos dias atuais estão nos afastando do meio em que vivemos, e é necessário quebrarmos este círculo de isolamento interpessoal, precisamos conversar, conviver e cultivar relacionamentos. Quantos utilizam diariamente os elevadores de prédios residenciais e comerciais, entram mudos e saem calados; outros chegam a fazer o mesmo caminho para o trabalho diariamente mas não cumprimentam ninguém, e ainda existem aqueles que freqüentam igrejas, academias, clubes e não se relacionam com praticamente nenhuma das pessoas destes locais.
Faça um teste agora! Qual o nome da diretora do colégio dos seus filhos? E o nome do porteiro do prédio em que você mora ou trabalha? Ah sim! Me diga o nome do dono da padaria perto da sua casa, ou do jornaleiro da banca em que compra jornais e revistas semanalmente! Será que você conseguiu responder algumas destas perguntas?! Não se espante se não lembrar de nenhuma, pois isto acontece com quase todo mundo. Ontem, enquanto assistia o telejornal, em uma matéria que falava a respeito dos problemas causados pelo excesso de barulho no dia-a-dia, uma menina que aparentava ter por volta dos 19 anos, achava uma chateação quando pessoas mais velhas puxavam assunto, pois ela preferia ficar com seu Mp3 no último volume, isolada, totalmente fechada em seu mundo particular.
Este comportamento é extremamente normal, tão comum que nem percebemos mais a quantidade de pessoas isoladas em seus mundos particulares, estamos sempre sozinhos, mas ao mesmo tempo cercados de pessoas por todos os lados. No shopping, no parque, no clube, na academia, cada vez mais, as pessoas preferem se isolar a se relacionar.
Quando falo de Networking, sempre digo que ele é o principal caminho para o sucesso, um caminho sólido, que trará além de muitos benefícios comerciais e profissionais, também muitas amizades que poderão perdurar por anos a fio, só depende de nós!
Imagine-se na fila do check-in do aeroporto, veja agora quantas pessoas desconhecidas existem em sua volta, quantas vidas diferentes da suas, quantos trabalhos diferentes do seu, e principalmente, tente imaginar quantas pessoas elas conhecem que você talvez nunca conhecerá em toda a sua existência. Agora perceba quantas experiências você está deixando de ter, quantos negócios está deixando de fazer, e principalmente, quantos amigos está deixando de ter.
Construir uma rede de relacionamentos sólida ajuda muito nos negócios, mas não é só isso, se fossemos pensar assim, estaríamos acreditando que os relacionamentos e as pessoas são descartáveis, que podemos usá-las duas ou três vezes, e depois de obtermos o que queremos, descartamos tudo no lixo mais próximo.
Respeito a visão dos que acham que Networking nada mais é do que um simples “Toma lá, dá cá”, mas sinceramente, eu ainda acredito muito nas pessoas, creio que todo ser humano nasceu para viver em comunidade, somos assim desde que o mundo é mundo, precisamos do meio e somos fruto dele, desta forma, pessoas ajudam pessoas, os negócios são apenas conseqüências, eles acontecem, pois todos nós temos que fazer algo para sobreviver, somos muitas vezes a imagem crua de nossa profissão, por isso, é de suma importância que ao viver em comunidade, estabeleçamos uma rede de contatos ativa e pujante.
Quando fazemos amigos, não precisaremos cobrar favores, eles naturalmente lembrarão de nós nos momentos em que fizerem algo que esteja ligado a nossa imagem pessoal e ou profissional.
Construir redes de relacionamento é um exercício gratificante, uma atividade que ser torna tão ou mais prazerosa do que o nosso próprio trabalho, pois quando se aprende os caminhos corretos do Networking, todo o dia é dia de se conquistar um novo amigo.
Faça amigos por onde passar, deixe que todos conheçam quais são os seus objetivos, busque estar perto daqueles que gostam de estar perto de você, pois na maioria das vezes, estas pessoas sentem afinidade por você, porque lhe admiram por alguma de suas qualidades.
Definitivamente, vivemos em um mundo globalizado, no qual tudo se inter-relaciona, desta forma, quanto mais conexões você tiver, mais possibilidades surgirão na sua vida e mais amigos lembrarão quem você é, e o que você faz! Torne-se lembrado por seus valores, por seu caráter, por sua simpatia e cordialidade, por sua amizade.
O Networking do mundo globalizado é uma arte mutante, que transforma simples cartões de visitas em amigos de longa data.
Lembre-se, não busque relacionamentos apenas pelos negócios que eles podem lhe render, busque amigos que lhe ajudarão a fazer novos negócios, este é o espírito!
Pratique Networking! Faça amigos! E eles o ajudarão a construir os degraus de sua escada para o sucesso!
Uma parte importante é que consiga mentores que lhe guiem no processo de aprendizagem, dentro da companhia como fora dela. Mentores em Desenvolvimento Pessoal, Liderança, etc. são importantes e não necessariamente deve conhecê-los pessoalmente, podem ser seus mentores através de seus livros, áudios, artigos etc.
Amplie sua rede de contatos, esteja próximo de profissionais bem sucedidos.
Escolha o seu mentor e dedique-se a aprender!
Alexandre Porto
Fonte: www.godri.com.br
Fonte: www.godri.com.br
Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova.
Vamos imaginar uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo "Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu...". Bem, você NÃO sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua freqüentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como...
Você dá "corda" para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos "velhos tempos", pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente... Quando chega o momento adequado, ele dá o "bote". Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?
Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como NÃO fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, mas na embaraçosa situação do "amigo" que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa...
Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de "surto nostálgico".
A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma "regra principal" do networking vencedor, diria algo como "faça ANTES de precisar". Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser "interessado" e não "interesseiro") e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos "amigos" apenas quando está em dificuldades.
Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um "alô" para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor nada de e-mails coletivos com mensagens "bonitinhas" ou as infames "correntes") é uma medida muito salutar.Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuamos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade "da sua vida".
Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de "fazer antes de precisar".
Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está "na pior" é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la AGORA. Não espere o momento em que vai precisar dela.
Autor: André Massaro é consultor de finanças, criador do programa integrado de desenvolvimento financeiro MoneyFit® e atua como trader independente de derivativos na bolsa de valores. É autor do livro MoneyFit (Editora Matrix).
Fonte: http://www.administradores.com.br